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Atualmente, em nosso país, a temática do suicídio vem ganhando mais visibilidade. Todavia, os índices de tentativas e óbitos ainda crescem, explicitando a necessidade de ampliarmos ainda mais o debate e o conhecimento qualificado sobre a temática.

Neste sentido, este evento organizado pela L.E.R. propõe abordar a importância da atuação da psicóloga e do psicólogo no manejo, prevenção e posvenção do suicídio. Ainda, visa proporcionar um espaço de discussão por meio dos conhecimentos técnicos e experiências das palestrantes convidadas com profissionais e estudantes da psicologia sobre as maneiras mais adequadas para aplicação de tais intervenções.

Para mais informações: secretaria@sprgs.org.br ou WhatsApp (51) 99527-3920.
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Neste trimestre a L.E.R. se dedica a estudar a temática do suicídio.

Sendo um grupo formado por psicólogos(as) e estudantes de psicologia, consideramos extremamente necessário tal discussão. Tendo possibilidade de explorar para conhecer e colaborar na prevenção, manejo e posvenção do suicídio em nossa prática profissional.

Fique ligado(a) nos próximos posts da liga, e venha conosco neste próximo trimestre de estudos.
A Liga de Estudantes e Recém-formados da boas-vindas aos novos integrantes Denise, Fernanda, Luana, Roni, Stéphanie, Suelem e Vera.

Cada membro da L.E.R. atua em alguma comissão e contribui para o grupo de forma única e singular.

É dada a largada para mais um semestre de muitos estudos, novas memórias e amizades únicas.
Que seja o começo de um longo caminho repleto de experiências e valiosas aprendizagens.
Apresentamos o time completo para o semestre que se inicia:
  • Caroline Cassal Rodrigues: Estudante de Psicologia do 10º semestre na Instituição de Ensino Cesuca e Coordenadora da Comissão de Produção Científica;
  • Denise Heidi Süss: Psicóloga graduada pela UNISINOS, e Integrante da Comissão Administrativa;
  • Fernanda Maciel de Quadros: Estudante de Psicologia do 10º semestre na PUCRS, e Integrante da Comissão Administrativa;
  • Giulia Drebes: Estudante de Psicologia do 8º semestre na PUCRS, e Coordenadora da Comissão de Comunicação;
  • Luana Gonçalves Geraldo: Estudante de Psicologia do 7º semestre na PUCRS, e Integrante da Comissão de Produção Científica;
  • Mercedes Strider: Psicóloga graduada pela ULBRA/Guaíba e Coordenadora da Comissão de Extensão;
  • Tiago Ribeiro: Psicólogo graduada pela ULBRA/Guaíba e Coordenador Geral da L.E.R;
  • Renata Fedrizzi: Psicóloga graduada pela PUCRS e Coordenadora Geral da L.E.R;
  • Roni Vian da Silva Lhul: Estudante de Psicologia do 8º semestre na FADERGS, e Integrante da Comissão de Extensão;
  • Stéphanie da Selva Guimarães: Estudante de Psicologia do 10º semestre na PUCRS, e Coordenadora da Comissão Administrativa;
  • Suelem Brixner: Estudante de Psicologia do 7º semestre na IMED, e Integrante da Comissão de Comunicação;
  • Vera Maria Guilherme: Estudante de Psicologia do 7º semestre na IMED, e Integrante da Comissão de Produção Científica.
É com muita alegria que a Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS inicia um novo semestre, com muitos estudos e produções.

Nesta terça-feira, 3 de agosto, aconteceu a reunião de recepção dos novos ligantes e estagiárixs.

Sejam bem-vindxs Fernanda, Stéphanie, Denise, Roni, Suelem, Luana e Vera.
O evento realizado no dia 30 de junho foi oriundo de uma série de discussões e trocas nas reuniões semanais da L.E.R. (Liga de estudantes e recém-formados). A partir disso, no evento, criamos um espaço de discussão sobre a temática da transexualidade através de relatos de experiência sobre quais são e como funcionam os serviços de acolhimento para a população transexual, de modo que conseguimos abordar este assunto de grande importância, mas que infelizmente ainda é um tema de grande tabu na sociedade brasileira.

Prorrogação das inscrições até dia 9 de julho.
Fique atento(a) ao prazo de inscrição e as orientações:
  • Inscrições até 09.07.21 pelo e-mail secretaria@sprgs.org.br.
  • Não é necessário ser sócio para participar da seleção, mas se for selecionado(a) é necessário ingressar na categoria sócio estudante (estudantes de graduação) ou sócio aspirante (recém-formados).
  • Disponibilidade para participar das reuniões semanalmente (terças-feiras 16:30h até 18h) e dos eventos organizados pela L.E.R. (on-line).
Venha fazer parte para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes a Psicologia!
Não perca essa oportunidade!
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A L.E.R é subdividida em quatro comissões, cada qual com suas respectivas atribuições: comissão de comunicação, comissão de extensão, comissão científica e comissão administrativa.

As reuniões são semanais às terças-feiras das 16h30 às 18h, na modalidade on-line. Esse momento é utilizado para estudar sobre a temática escolhida pelo grupo, discutir sobre as pautas administrativas e produções científicas da L.E.R. A temática gira em torno da proposta de evento que a Liga organiza trimestralmente.

Estamos com vagas abertas, aproveite e junte-se a nós!
Inscrições abertas para a Liga de estudantes e recém-formados da SPRGS para ingresso em 2021/2.
Fique atento(a) ao prazo de inscrição e as orientações abaixo:
  • Inscrições até 25.06.2021 pelo e-mail secretaria@sprgs.org.br.
  • Não é necessário ser sócio para participar da seleção, mas se for selecionado(a) é necessário ingressar na categoria sócio estudante (estudantes de graduação) ou sócio aspirante (recém-formados).
  • Disponibilidade para participar das reuniões semanalmente (terças-feiras 16:30h até 18h) e dos eventos organizados pela L.E.R. (on-line).
Venha fazer parte para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes a Psicologia!
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Saiba mais sobre locais de atendimento para pessoas LGBTQIA+ disponíveis em Porto Alegre no site:

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Durante muito tempo as pessoas LGBTQIA+ tiveram suas vivências sub-representadas nas TVs e nos cinemas.

Atualmente, há cada vez mais filmes que contemplam a temática contemplando formas diversas de ser e se relacionar.

Pensando nisso, nós da Liga separamos algumas indicações de filmes, documentários, desenhos e séries que reúnam parte dessa diversidade.
Infelizmente aqui no Brasil ainda não possui uma lei específica para isso, mas em 13 de junho de 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero passe a ser considerada como crime no Brasil, o que já é um grande avanço em termos de proteção para essa população.

Desta forma, os ministros determinaram que a conduta de discriminação passe a ser punida através da Lei de Racismo (7716/89), que hoje prevê crimes de discriminação ou preconceito.

Quer saber mais sobre a decisão do STF?
Confira abaixo.
Conforme a decisão do STF:
  • "Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime;
  • A pena será de um a três anos, além de multa;
  • Se houver divulgação ampla de ato homofóbico em meios de comunicação, como publicação em rede social, a pena será de dois a cinco anos, além de multa;
  • A aplicação da pena de racismo valerá até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema.
Neste sentido, o Brasil ainda tem muito a evoluir no reconhecimento legal dos direitos LGBTQIA+, mas alguns passos já foram dados.
Referência: Lucas Salomão (2019) G1. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/06/13/com-decisao-do-stf-brasil-se-torna-43o-pais-a-criminalizar-homofobia-diz-relatorio.ghtml?fbclid=IwAR214lBahsJ3mYvEOwDOq6E9QA3u9axlwdSdvs7wouwkioszfHhFW_73dWw
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Em nossa sociedade existe diversos tipos de discriminação que são manifestadas diretamente, ou há quem não se dá conta de seu preconceito velado, escondido, mas que continua ali, implícito nos comentários sobre a cor da pele, na visão estereotipada de uma sexualidade diferente, a intolerância em relação às diferenças de cultura, religião e classe social.

E você, já ouviu alguma destas ou outras expressões? Se se sentir à vontade, compartilha conosco!
Referência: Silva, Ariana Kelly Leandra Silva da (2013). Diversidade sexual e de gênero: a construção do sujeito social. Revista do NUFEN, 5(1), 12-25. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912013000100003&lng=pt&tlng=pt&fbclid=IwAR3U5VCBeM4JgkiFyx833a0hK7Nl-Zwe1qz6GgXgTNE1dxglbk6EeSqrdxw
A violênca de gênero se define como qualquer tipo de agressão física, psicológica, sexual ou simbólica contra alguém ou um grupo de pessoas em razão da identidade de gênero ou orientação sexual.

De acordo com a estimativa global publicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 2017, uma em cada três mulheres em todo o mundo, especificamente 35%, já foram vítimas de violência física ou sexual durante a vida.
Dessa forma, constata-se que as mais atingidas por essa coerção são as pessoas do sexo feminino. Contudo, vale lembrar que homens e minorias sexais e de gênero também podem ser alvos dessas agressões.

Quer saber mais?
Confira abaixo:
  • Quando falamos em igualdade de gênero, pensamos a respeito das diferenças e em uma sociedade livre de preconceito e discriminação. Tal objetivo está na lista dos 17 objetivos da Agenda de 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual o Brasil é signatário.
  • No entanto, o nosso país ocupa o 5° lugar no ranking de homicídio de mulheres, sendo que, no ano de 2020, mais de 105 mil denúncias de violência contra a mulher foram registradas nas plataformas do Ligue 180 e do Disque 100.
  • Em relação à violência contra a população LGBT, Pinto (2020) verificou um aumento progressivo no número de notificações. Entre 2015 a 2017, foram registradas, em média, mais de 22 notificações de violências interpessoais e autoprovocadas por dia, o que significa quase uma notificação a cada hora para pessoa LGBT no Brasil. Destaca-se que os maiores números de notificações foram verificados entre as lésbicas e mulheres transexuais. Esse dado reforça o fato de que, quando as expressões de sexualidade e de gênero rompem com a normativa da sociedade, esse estranhamento pode se manifestar de maneira violenta.
  • Este tipo de violência afeta a dignidade e o bem-estar das vítimas e de toda sociedade. Por isto, temos o compromisso de enfrentar esta realidade para garantir que todos tenham seus direitos preservados.
  • Você já se perguntou como acolher alguém em situação de violência? O vínculo afetivo, atitude acolhedora, empatia e o não julgamento possibilitam que as pessoas falem sobre as situações de violência vivenciadas, seus temores e inseguranças. Deve-se ter o cuidado para que a abordagem do assunto não cause mais sofrimento e seja um incentivo à busca de ajuda profissional nas redes de apoio social e psicológico.
A mais conhecida e até mesmo utilizada é a sigla LGBT, que representa a união das minorias sociais por questões de gênero e sexualidade.
As siglas mudaram algumas vezes nas últimas décadas, sendo algumas das variações: GLS, GLBT, LGBTTT, LGBTI+.

Quer saber mais?
Confira as definições abaixo:
  • L – Lésbica: mulher que é atraída afetiva e/ou sexualmente exclusivamente por mulheres;
  • G – Gay: homem que é que atraído afetiva e/ou sexualmente exclusivamente por homens;
  • B – Bissexual: pessoa que é atraída afetiva e/ou sexualmente tanto por homens quanto por mulheres;
  • T – Transgênero: diferentemente das letras anteriores, o T não se refere a uma orientação sexual, mas a identidades de gênero. Também chamadas de “pessoas trans”, elas podem ser transgênero binário (homem ou mulher), travesti (identidade feminina) ou pessoa não-binária, que se compreende além da divisão "homem e mulher";
  • Q – Queer: termo abrangente que se refere a pessoas que não são exclusivamente heterossexuais e cisgêneros. O termo Queer também é utilizado para descrever identidades e expressões de gênero que vão além dos binarismos “homem e mulher”, “homossexual e heterossexual”;
  • I – Interssexual: pessoa que nasce com anatomia reprodutiva ou sexual, ou ainda com um padrão de cromossomos, pode ser classificado(a) como genitália ambígua:
  • A – Assexual: pessoa que pode ou não ser atraída sexualmente ou afetivamente por alguém;
  • P – Pansexual: pessoa que é atraída afetiva e/ou sexualmente por outras pessoas independentemente do gênero;
  • +  – O símbolo de “mais” no final da sigla aparece sempre para incluir outras identidades de gênero e orientações sexuais.
Além dessas letras, que são as mais comuns, atualmente, há algumas correntes que indicam para uma sigla completa ser:  LGBTQQICAAPF2K+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Questionando, Intersexuais, Curioso, Assexuais, Aliados, Pansexuais, Polissexuais, Familiares, 2-espíritos e Kink).
A concepção atual de gênero foi influenciada pelos movimentos feministas dos anos 70.
Esta foi criada na tentativa de diferenciar a dimensão social, sendo a primeira relacionada a características físicas, como a distinção entre machos e fêmeas e a segunda relatando como a maneira de se homem e ser mulher foi influenciada e idealizada pela cultura, sendo então um produto da realidade social e não da anatomia como se acreditava.
A Psicologia enquanto ciência e profissão precisa estar atenta aos debates da atualidade, pautando sempre o seu exercício profissional de forma ética e em consonância com os Direitos Humanos. Portanto, enquanto estudantes e profissionais da Psicologia, se faz necessário que estejamos em constante aprimoramento de nossos saberes a fim de que possamos ofertar uma escuta e olhar mais qualificado e empático sob os sujeitos.
Sendo assim, convidamos todos e todas à refletirem e aprofundarem seus saberes nesta temática tão importante e atual. Abaixo, deixamos uma recomendação de leitura, utilizada como referência para a produção deste conteúdo.
  • Ficou com interesse em saber mais? Em breve a Liga de Estudantes e Recém-formados da SPRGS estará divulgando um evento gratuito para discutirmos sobre Diversidade de Gênero. Nos acompanhe para não ficar de fora!
Referência: APROPRIAÇÃO cultural da diferença sexual, in: Barreto, Andreia; Araújo, Leila; Pereira, Maria Elisabete (Orgs). Gênero e Diversidade na Escola Disponivel em: https://www.unifaccamp.edu.br/.../let.../arquivo/pdf/gde.pdf
Convidamos você a refletir e a entender melhor sobre alguns conceitos sobre gênero e sexualidade!
  • Expressão de gênero. Se trata da maneira como a pessoa expressa seu gênero de identificação, como se enxerga no mundo e a forma como interage em sociedade. Não só, mas engloba vestimentas, aparência, comportamentos, linguagem corporal, etc. Alguns deles são: Masculino; Feminino; Andrógina.
  • Identidade de gênero. Diz respeito a como o indivíduo se sente e se identifica em relação a seu próprio gênero, é um sentimento e um sentido profundo sobre si mesmo. Alguns deles são: Cisgênero; Transgênero; Não-binário binário (abarca várias identidades diferentes dentro de si); Agênero.
  • Sexo designado. Combinação de caracterìsticas orgânicas de uma pessoa, cromossomos, gametas, hormônios e genitais que diz respeito somente à aspectos fisiológicos designados no nascimento. São eles: fêmea/macho/intersexual.
  • Orientação afetiva e sexual. Se refere a capacidade de cada pessoa de ter atração afetiva, emocional ou sexual por indivíduos de gêneros diferentes, do mesmo gênero, por mais de um gênero, ou também não se interessar por nenhum. São amplas as diversidades sexuais. Alguns deles são: Heterossexual; Homossexual; Bissexual; Assexual; Pansexual; Androsexual; Demissexual.
Nas próximas semanas, a Liga de Estudantes e Recém-formados da SPRGS estará trazendo novos posts sobre esta temática tão IMPORTANTE! Fiquem ligados! Respeitar a diversidade é defender o direito a diferença.
O evento realizado no dia 31 de março foi oriundo de uma série de discussões e trocas originadas nas reuniões semanais da L.E.R. (Liga de estudantes e recém-formados). A partir disso, identificamos a necessidade de falar sobre a ética e principalmente seus desafios e dilemas na atualidade, tendo em vista o cenário pandêmico que nos assola a mais de um ano.

O CFP expede no formato de resoluções uma ou mais orientações para que haja o cumprimento das leis em vigor e das que venham a modificar as atribuições e competências dos profissionais de Psicologia.

Atualmente existem diversas resoluções sobre diversas áreas e atribuições, e cabe ressaltar que elas não são permanentes, pois caso seja necessário elas podem ser atualizadas, revogadas e/ou substituídas.

Como preparação para o nosso evento de 31/03, intitulado como Ética e Psicologia: dilemas e desafios na atualidade. Hoje, veremos as 03 resoluções indicadas como bibliografia do nosso evento e o que elas abordam.
São elas:
A Resolução CFP Nº 001/2009 - Dispõe sobre a obrigatoriedade do registro documental decorrente da prestação de serviços psicológicos.
Em resumo: Ela torna obrigatório o registro documental sobre a prestação de serviços psicológicos, sendo que este registro, documental em papel ou informatizado tem caráter sigiloso e constitui-se um conjunto de informações que tem por objetivo contemplar de forma sucinta o trabalho prestado, a descrição e a evolução da atividade e os procedimentos técnico-científicos adotados.
A Resolução CFP Nº 011/2018 - Regulamenta a prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologias da informação e da comunicação e revoga a Resolução CFP N.º 11/2012.
Em resumo: Ficaram autorizadas a prestação dos seguintes serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos da informação e comunicação, desde que não firam as disposições do Código de Ética Profissional da psicóloga e do psicólogo, além de diversos itens elencados no decorres desta Resolução.
A Resolução CFP Nº 006/2019 - Institui regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) no exercício profissional e revoga a Resolução CFP nº 15/1996, a Resolução CFP nº 07/2003 e a Resolução CFP nº 04 /2019.
Em resumo: A presente Resolução tem como objetivos orientar a(o) psicóloga(o) na elaboração de documentos escritos produzidos no exercício da sua profissão e fornecer os subsídios éticos e técnicos necessários para a produção qualificada da comunicação escrita.
Quer conhecer ou saber sobre mais resoluções? Acesse o link: https://atosoficiais.com.br/cfp
     Referências: CFP – Conselho Federal de Psicologia, 2021
Você sabe o que é o Código de Ética em psicologia e qual é a finalidade deste código?

O código de ética é um acordo que estabelece os direitos e deveres relativos à categoria de atuação do profissional, neste caso do psicólogo.
A missão do código de ética não é a normatização técnica do trabalho do psicólgo e, sim, assegurar, um padrão de conduta com valores e práticas adequadas.

Para mais informações nos acompanhem nas próximas semanas, pois estaremos trazendo novos posts sobre o tema, aproveitando para relembrar que no dia 31 de março vai estar ocorrendo o evento “Ética e Psicologia: dilemas e desafios na atualidade” que a Liga de Estudantes e Recém-formados da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul está organizando.
     Fontes: http://www.crpsp.org.br/
A Liga dos Estudantes e Recém-formados da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, apresenta através do “Se Liga”, informações sobre o que acontece e é produzido pela L.E.R.

Fique ligad@!
A comissão de comunicação, tem como objetivo, criar estratégias de interlocução dos conhecimentos produzidos pela L.E.R com a comunidade externa.
A comissão de extensão, tem em vista, desenvolver materiais que estejam alinhados aos interesses dos ligantes, e em consonância aos interesses da comunidade em geral, juntamente com a comissão científica, estimular o campo da pesquisa, da L.E.R, incentivando e desenvolvendo habilidades para o âmbito profissional.
Por fim, a comissão administrativa, é responsável pela organização da agenda de eventos e rotinas administrativas da liga.
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