Se Liga - SPRGS

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  Essa semana o nosso grupo teve a presença da Psicóloga Jéssica Cattelan. A convidada atua como corpo clínico do NAPSE - Núcleo de Atendimento e Promoção de Saúde em Sexualidade e Gênero, e do Rainbow - 1ª Iniciativa de Psicologia voltada à comunidade LGBTQI+.
  Ao escutarmos sobre a sua prática com atendimento à crianças trans e suas famílias, pudemos aprender e refletir sobre as potencialidades e limitações da nossa atuação.
 Jéssica trouxe relatos clínicos que oportunizaram uma troca de reflexões e experiências que qualificam a nossa prática.
  Foi importante pensarmos juntos sobre o nosso papel enquanto Psicólogos diante de uma população constantemente marginalizada e discriminada.
  A L.E.R. agradece a presença da convidada e pelas suas falas potentes que visam o cuidado e atenção à população trans e suas famílias.
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  Essa semana trazemos a diferença entre os termos trans e travesti.
  É comum que muitas pessoas questionem quais as diferenças entre estes termos, ou assumam que a escolha da definição tenha relação com o procedimento de redesignação sexual, sendo como um "antes" ou "depois" do processo de transição.
  Porém, nenhum dos termos tem relação com este procedimento ou qualquer outra mudança estética do processo de transição, mas dependem mais da identificação das pessoas que os utilizam.
  A única diferença real entre os termos é a questão da abrangência, onde uma identidade trans representa tanto identidades femininas ou masculinas, enquanto uma identidade travesti representa uma figura feminina.
  Na dúvida sobre como uma pessoa se identifica, pergunte!
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  Seguindo a proposta de trazer conceitos relacionados à Diversidade Sexual e de Gênero, trazemos termos que por vezes não são claramente compreendidos.
  Assim, apresentamos essa semana a diferença de sexo biológico e sexo designado ao nascer. Se entende que essas definições ajudam a compreender o que são os papéis de gênero.
  Buscamos que os nossos cards sejam de cunho informativo e educativo, visando que as pessoas tenham acesso à essas informações de forma clara e objetiva. E que dessa forma consigamos defender os direitos de minorias e combater a discriminação.
  Para quem se interessar em se informar sobre outros conceitos, indicamos a leitura do Manual de Comunicação LGBTI+, produzido pela Aliança Nacional LGBTI. Disponível em: http://labds.eci.ufmg.br:8080/bitstream/123456789/92/1/01.%20Manual%20de%20comincação%20LGBT%20%2b%20Autor%20Grupo%20Dignidade.pdf
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  Sabemos que temas relacionados à Diversidade Sexual e de Gênero muitas vezes podem causar confusão em relação aos seus termos e definições.
  Tendo isso em mente, essa semana trouxemos a definição de alguns conceitos básicos referentes à Diversidade de Gênero, buscando facilitar o entendimento sobre o tema.
  Acreditamos que a informação é uma medida para combater o preconceito e as violências perpetradas contra grupos diversos, por este motivo, deixamos aqui também as fontes utilizadas na produção do card, duas cartilhas bem legais e informativas!
- Diversidade Sexual e Cidadania LGBT - Governo do Estado de São Paulo - 2018: https://justica.sp.gov.br/.../Cartilha-3a-Edi%C3%A7%C3...
- Orientações sobre identidade de gênero: conceitos e termos - Jaqueline Gomes de Jesus: https://www.diversidadesexual.com.br/.../G%C3%8ANERO...
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  Essa semana trazemos informações importantes referente ao acesso à saúde pela população trans.
  Atualmente, há duas portarias do Ministério da Saúde que regulamentam tanto a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, como o Processo Transexualizador no SUS, definindo diretrizes para o atendimento dessa população de forma integral e sem foco específico em processos normativos.
  Essas duas portarias são um grande passo na garantia de direitos desta população, que ainda enfrenta muitos empecilhos no acesso à saúde (seja por despreparo das equipes técnicas, seja por preconceitos) e busca garantir o acesso a um tratamento mais humanizado nos serviços de saúde.
  O investimento em formações para equipes de saúde é algo que auxilia muito que a atenção básica em saúde seja garantida de forma plena para as pessoas trans.
  Ainda assim, com os desafios da prática, há alguns serviços especializados que trazemos listados acima.
  Fontes:  - Portaria nº 2836, de 01/12/2011 - https://bvsms.saude.gov.br/.../2011/prt2836_01_12_2011.html
- Matéria GZH: serviços de saúde para atendimento específico à transexuais - https://gauchazh.clicrbs.com.br/.../rs-tem-13-servicos-de...
  Nesta semana, falaremos um pouco sobre empregabilidade da população trans. Estamos em um momento econômico onde a inserção no mercado de trabalho exige cada vez mais qualificação. Essa característica do mercado atual é um desafio para a grande maioria dos trabalhadores, em especial minorias diversas, por inúmeros motivos.
  A população trans, especialmente, enfrenta algumas dificuldades na inserção no mercado de trabalho formal, em razão de escolaridade, preconceito, falta de qualificação formal ou em razão de oportunidades excludentes.
  Muitos jovens trans não conseguem concluir seus estudos na educação básica. Os que conseguem, encontram dificuldades em se inserir no ensino superior. E dessa forma, não conseguem se qualificar para ter oportunidades no mercado de trabalho. Quando conseguem se inserir no mundo laboral, continuam sofrendo preconceitos e discriminações.
  Mesmo nesse contexto adverso, há espaços destinados a promover oportunidades para que a população trans se desenvolva tanto na educação básica, quanto no próprio mercado de trabalho.
  Trazemos como sugestão os perfis @transenempoa, que oferta cursos preparatórios para ENEM e vestibular para a população LGBTQI+, o @redetransbrasil, que vem promovendo nas últimas semanas discussões em lives sobre parcerias e iniciativas para empregabilidade trans, a @transempregos, plataforma de divulgação de oportunidades para pessoas trans, que atua no Brasil inteiro e o @projetotranspor, que oferece consultoria profissional gratuita exclusiva para profissionais trans!
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Você já parou para pensar qual o papel da Psicologia no processo de Transição de Gênero?

Sabemos que o processo de transição de uma pessoa trans é algo constante enquanto se tem vida e único a cada pessoa e situação. Dessa forma, a transição pode afetar não só sua realidade, como também a de sua família como um todo. E isso acontece por diversos motivos.

Continue lendo, abaixo:
  Um deles se relaciona com a estrutura rígida na compreensão dos papéis de gênero, pois é algo que atravessa nossa socialização, e a falta de informações sobre o processo e seus significados afeta muito as relações familiares. Isso acontece por falta de compreensão ou preconceito. E também exige que os familiares repensem seus próprios papéis de gênero e suas identidades.
  Além disso, a família precisa enfrentar diferentes tipos de sentimentos. Principalmente porque é comum que a família da pessoa que está transicionando passe por uma espécie de luto por este ente que está se transformando, um processo que poucos entendem.
  Assim, os profissionais de Psicologia, assim como todos os profissionais que atuam em serviços de saúde voltados à população trans, devem ter um cuidado no contato com estas pessoas. Devem ser rede de apoio e fonte de informação, de forma a tentar preservar ao máximo os vínculos da família com a pessoa em transição.
  É importante também reconhecer episódios de violência motivados por preconceitos, de modo à fornecer opções a pessoa em transição, para que esta não se veja em uma situação de maior vulnerabilidade. Assim, promovendo uma rede de apoio.
  Além disso, é importante que os Psicólogos, enquanto classe, assim como outros profissionais da saúde, defendam políticas públicas que possam promover essa integração entre o processo de transição e a família, com o intuito de ir desvelando preconceitos, ensinando conceitos importantes e promovendo um ambiente seguro para as pessoas trans.
Essa semana, trazemos a indicação do documentário Laerte-se, lançado em 2017 e produzido pela Netflix.

O documentário, com duração de 1h40, acompanha uma série de conversas com Laerte Coutinho, cartunista e chargista que assumiu sua identidade trans aos 57 anos, tendo já reconhecimento público pelo seu trabalho e uma família extensa.
Durante a narrativa, Laerte traz um pouco da sua história e da sua visão em relação à transição, sua expressão de gênero e a relação desta com o corpo e os conflitos que provoca.
De forma leve, o documentário traz uma realidade dentre muitas sobre a questão do gênero, incitando reflexões acerca do tema.

O documentário está disponível na Netflix!
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Seguindo na temática do trimestre, a L.E.R. organizou a apresentação de algumas organizações que prestam apoio à população Trans. Entendemos a importância de divulgação desses espaços, por formarem a rede de apoio à essa população, que muitas vezes pode estar vulnerabilizada.
  • @ongsomos - ONG com base em Porto Alegre que realiza ações em Direitos Humanos com ênfase em direitos sexuais e reprodutivos de LGBTs.
  • @antra.oficial - Associação Nacional de Travestis e transexuais, rede de organização política de pessoas trans.
  • @andadireito - A maior plataforma LGBTQIAP+ do Brasil.
  • @g8generalizando - Serviço de Assessoria Jurídica Universitária - UFRGS.
  • @ongconstruindoigualdade - Casa de Acolhimento para pessoas LGBTQI+ em vulnerabilidade social, econômica e exclusão familiar em Caxias do Sul - RS.
No artigo "Diagnósticos benevolentes na infância: crianças trans e a suposta necessidade de um tratamento precoce", Favero e Machado articulam sobre as implicações que um diagnóstico de Incongruência de Gênero na Infância pode ter, principalmente em relação ao seu potencial patologizante, a partir das discussões emergentes na formulação da CID-11.


Continue lendo, abaixo:
   Nessa discussão, as autoras trazem a perspectiva de que um diagnóstico na infância não tem o mesmo valor estratégico que na adolescência e adultez, onde promove o acesso a políticas públicas na promoção de saúde e afirmação de gênero, mas traz uma individualização do sofrimento que pode existir na vida destas crianças, e arrisca o fomento de uma busca pela conformidade com a norma instituída sobre o que é ser homem ou mulher.
   Nesse sentido, se discute qual seria o papel do diagnóstico no tratamento precoce e que tratamento seria esse, uma vez que a infância já é defendida de violências e negligências em outras políticas de direitos, a exemplo do Estatuto da Criança e do Adolescente, e que a prática psicológica independe da existência de um diagnóstico. Ao defender que a proteção às crianças entendidas como trans deve-se ao diagnóstico na infância, arrisca-se colocar a transgeneridade como produtora do sofrimento, e não a cisheteronormatividade, trazendo como demanda clínica um problema que é estrutural.
   Além disso, é trazida a reflexão sobre como se dá a expressão de gênero na infância, ao pontuar que o ato de diagnosticar desvios da norma como Incongruência reforça o discurso normativo, uma vez que não há um diagnóstico cisgênero. Nesse sentido, o artigo se preocupa em pontuar como a prática psicológica pode promover uma aprofundada reflexão e visão crítica das normas de gênero instituídas, trazendo autonomia para estes indivíduos que "desviam" e possibilitando um desenvolvimento mais saudável e autônomo dessa identidade e expressão, que não se prende ao binarismo imposto.

Fonte: FAVERO, S. R.; MACHADO, P. S. DIAGNÓSTICOS BENEVOLENTES NA INFÂNCIA: CRIANÇAS TRANS E A SUPOSTA NECESSIDADE DE UM TRATAMENTO PRECOCE.
Iniciamos nosso segundo ciclo de estudos de 2022, com o tema: A Clínica com Crianças e Adolescente Trans!
A Psicologia, enquanto ciência, teve e ainda tem um papel histórico na marginalização de identidades e corpos trans, o que traz uma implicação ética na discussão e produção de conhecimento a fim de evitar a remarginalização e violência perpretada pelas ciências Psi.
Por compreendermos o potencial transformador que a Psicologia possui, nesse trimestre desenvolveremos estudos focados no atendimento clínico psicológico de crianças e adolescentes trans, com o objetivo de compreender as vulnerabilidades, potencialidades e demandas destes grupos.
Realizaremos o estudo de intervenções clínicas das vulnerabilidades mais vistas nesta população, segundo a prática e os referenciais teóricos sobre clínica da diversidade e como a Psicologia se encontra na interseccionalidade dos serviços necessários para promover um espaço seguro de acolhimento às pessoas trans.
Considerando nosso compromisso com a produção de uma Psicologia mais ética e implicada, compartilharemos um pouco das discussões promovidas pelo grupo, aqui e no Instagram, então nos acompanhe em mais esse período de estudos!
Na noite de 31/03/22 nos reunimos para celebrar o final do primeiro ciclo de estudos de 2022 com o evento SOS Psi: A Formatura chegou, para onde vou? Tivemos como convidada a Psicóloga Clínica Natália Coimbra Ribeiro, Mestra em Psicologia Clínica!
A palestrante compartilhou conosco os primeiros passos para o início da carreira em Psicologia Clínica, desde questões técnicas de registro profissional e impostos referentes ao trabalho autônomo, como dicas e orientações sobre realização dos atendimentos.

Perdeu esse encontro e gostaria de conferir o conteúdo? Esse evento foi gravado e estará disponível em breve no canal do Youtube da SPRGS: youtube.com/SPRGS.

O atendimento psicológico online é uma realidade muito presente em nosso cotidiano pelos últimos dois anos, devido à pandemia de Covid-19. Mas você sabia que o atendimento psicólogico através de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) foi regulamentado antes da pandemia, em 2018, através da resolução CFP  nº 11/2018?
Nesta resolução, regulamenta-se as práticas psicológicas permitidas nesse modelo de atendimento, além de práticas vedadas pelo Sistema Conselhos, onde o atendimento mediado por TICs não é recomendado.
Além disso, é apresentado o Casdatro e-Psi, obrigatório para realização da prestação de serviços psicológicos online. O Cadastro é feito pelo site: https://e-psi.cfp.org.br e avaliado pelo CRP onde o profissional está cadastrado.
Quer saber mais sobre a regulamentação do atendimento online?
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PRIMEIRO EVENTO DA L.E.R. DE 2022.
Para comemorar o final de nosso trimestre de estudos, a L.E.R. promove o evento "SOS PSI: A Formatura chegou, para onde vou?"
Nesse trimestre estudamos a perspectiva de carreiras dentro da Psicologia, e este evento tem a finalidade de discutir o início da prática clínica, seus aspectos éticos e legais e como se dá o exercício da profissão nesse contexto pós-formatura, assim como seus primeiros passos!

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No semestre 2022/1 a L.E.R. selecionou novos ligantes e também acolheu novos estagiários da SPRGS!
Assim, gostaríamos de apresentar atual formação (confira abaixo).

Que este seja um semestre de grandes trocas e produções coletivas na Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS!
- Mercedes Strider, psicóloga clínica, graduada pela ULBRA/Guaíba e Coordenadora Geral da L.E.R.
- Tiago Ribeiro, psicólogo clínico, graduado pela ULBRA/Guaíba e Coordenador Geral da L.E.R.
- Denise Süss, psicóloga clínica graduada pela Unisinos e Coordenadora da Comissão Administrativa.
- Tatiana da Silva de Souza, estudante de Psicologia do 8º semestre na UniRitter e membro da Comissão Administrativa.
- Loiva Reinhardt da Cruz, estagiária da SPRGS, estudante de Psicologia do 8º semestre na IMED e membro da Comissão Administrativa.
- Stéphanie da Selva Guimarães, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e Coordenadora da Comissão de Produção Científica.
- Luísa Chaves de Faria Brasil, psicóloga clínica graduada pela PUCRS e membro da Comissão de Produção Científica.
- Luís Leonardo Maciel Ferreira, estágiario da SPRGS, estudante de Psicologia do 8º semestre na Faculdade Mário Quintana e membro da Comissão de Produção Científica.
- Fernanda Maciel de Quadros, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e Coordenadora da Comissão de Extensão.
- Eduarda Silva Fontan, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e membro da Comissão de Extensão.
- Alice Touguinha Weidle, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e membro da Comissão de Extensão.
- Luana Gonçalves Geraldo, estudante de Psicologia do 8º semestre na PUCRS e Coordenadora da Comissão de Comunicação.
- Emanuelle da Rosa Fagundes, psicóloga clínica, graduada pela Unisinos e membro da Comissão de Comunicação.
- Nívia Rocha Silveira, psicóloga clínica, graduada pelo Centro Universitário Cesuca e membro da Comissão de Comunicação.
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O Sistema Conselhos tem por objetivo orientar, fiscalizar e regulamentar o exercício da profissão de psicólogo. Considerando isso, em 2019, foi publicada a cartilha "Psicoterapia na Prática: cartilha de orientação" com o objetivo de reunir informações pertinentes às questões técnicas e éticas que envolvem o exercício da prática clínica em Psicologia.

Você que é recém-formado ou que está iniciando na clínica e tem dúvidas sobre as questões mais técnicas desse campo, vale a pena conferir!
No dia 15/fevereiro a L.E.R. recepcionou os novos Ligantes, selecionados em 2022/1!

Desejamos boas-vindas à vocês:
Alice Weidle, Cléber Melo, Eduarda Fontan, Emanuelle Fagundes, Luísa Brasil, Nívia Silveira e Tatiana Souza!

Que possamos construir muito conhecimento em conjunto!
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Começamos mais um trimestre de estudos na L.E.R!
Com o objetivo de produzir reflexão sobre o que é ser psicólogo e como este se insere no mercado de trabalho, nesse trimestre estaremos estudando as possibilidades que a formação oferece.
Considerando a formação da Liga, também buscamos a troca de experiências que obtivemos na formação, a fim de enriquecer a discussão.

Tem interesse em descobrir os diversos campos de atuação em Psicologia? Nos acompanhe em mais esse trimestre de estudos!
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Saúde mental é um assunto que tem sido muito discutido, em especial a relação entre saúde mental e produtividade.

Continue lendo, abaixo:
    O modelo econômico no qual vivemos atualmente é caracterizado por uma constante exigência de produção, atualização de conhecimentos e descaracterização das relações comunitárias através da competitividade. O ser humano tem necessidades psicológicas muito específicas, e a forma como cada pessoa lida com seu contexto é diferente.
    Sendo assim, muitas pessoas têm dificuldade em lidar com estas exigências e acabam sucumbindo a mal-estares psicológicos, como a Síndrome de Burnout, que é atualmente considerada uma doença ocupacional, caracterizada pelo extremo cansaço físico e mental em relação às atividades laborais.
    Considerando isso, pode-se dizer que a exigência de produtividade afeta nossa saúde mental da mesma forma que a saúde mental afeta a produtividade. Nossa relação com o trabalho tem grande impacto em nossa saúde mental, considerando todas as horas que passamos exercendo atividades laborais.
    Por este motivo, é de extrema importância que tenhamos períodos de lazer e o afastamento pleno de nossas atividades laborais para garantir o equilíbrio necessário para uma boa qualidade de vida e uma boa produtividade também.
    O cultivo de bons relacionamentos dentro e fora do ambiente de trabalho a fim de estabelecer uma forte rede de apoio também é uma medida importante a se considerar. Além disso, têm-se mostrado cada vez mais importante a conexão do trabalhador com as atividades que este realiza e o sentido do trabalho.
    Considerando este início de ano, você já parou para avaliar como está sua saúde mental e como está sua relação com as constantes demandas de produtividade? Tem pensado em como priorizar sua saúde mental em suas metas de 2022? Conta pra gente!
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Gostaria de entender mais sobre a L.E.R.?
Confira neste post!
Lembrando que estamos com vagas abertas até 28.01.2022.
- Informações e inscrições pelo e-mail: secretaria@sprgs.org.br
- Maiores informações e detalhes de como participar da seleção, confira:
A Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS seleciona novos ligantes para o semestre 2022/1!
As inscrições estão prorrogadas até dia 28/01/22. Ficou interessado? Siga as instruções:
  • Envie para o e-mail: secretaria@sprgs.org.br currículo e carta de apresentação breve, com o assunto do e-mail: Seleção L.E.R.
IMPORTANTE:
  • Pessoas não-sócias da SPRGS podem participar da seleção, mas se selecionadas deverão associar-se obrigatoriamente para ingressar na L.E.R.!
  • Os selecionados deverão ter disponibilidade para participar das reuniões semanais da L.E.R., que atualmente acontecem nas terças, das 17h às 18h30. Este horário está sujeito à alteração mediante concordância do grupo.
A Liga é um espaço coletivo de formação e produção de conhecimento, buscando a construção de uma Psicologia mais ética e implicada. Venha construir este espaço com a gente!
Inscrições abertas para a L.E.R., ingresso em 2022/1.
Convidamos estudantes de todos os níveis de graduação e profissionais recém-formados (até dois anos) para conhecerem e participarem da L.E.R.!
Fique atento as orientações:
  • Inscrições até 10 de janeiro/2022. Para se inscrever envie currículo e carta de apresentação breve para o e-mail secretaria@sprgs.org.br (assunto do e-mail: Seleção L.E.R.).
  • Não é necessário ser sócio para participar da seleção, mas se for selecionado(a) é necessário ingressar na categoria sócio estudante (estudantes de graduação) ou sócio aspirante (recém-formados).
  • Disponibilidade para participar das reuniões semanais e dos eventos organizados pela L.E.R. (on-line).
Não perca essa oportunidade! Venha fazer parte da liga para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes a Psicologia!
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A L.E.R encerra o último semestre de estudos de 2021 com chave de ouro!

Agradecemos a todos (as/es) que participaram do evento, em especial as nossas convidadas Débora Otunolá e Roberta Gomes.

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A L.E.R. traz 4 leituras para refletir sobre o racismo…

Você também tem alguma indicação?! Comente, para que juntos possamos estudar essa temática tão importante.
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A temática do racismo se faz urgente e necessária, precisando de cada vez mais atenção e visibilidade. Neste sentido, o evento da L.E.R. propõe utilizar este espaço para abordar a importância da atuação da psicóloga e do psicólogo frente ao tema, bem como, pensar nas possíveis implicações e intervenções, atravessadas por uma perspectiva social-crítica para as relações etnico-raciais. Tal como, proporcionar ao profissional ou estudante uma reflexão sobre o tema em interlocução com a atuação da psicologia nos diversos setores.

Clique na imagem para ver a sequencia de cards.

A L.E.R. vem se dedicando a estudar essa temática tão importante, e traz um post sobre racismo institucional.
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A L.E.R. quer saber.. Você gosta de estudar esta temática?

Convidamos vocês a ler o conteúdo do nosso post.
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A Psicologia não pode ser conivente ou se omitir frente ao racismo!
Convidamos você a participar da Jornada Bienal da SPRGS, que terá como tema: Exclusão e segregação - o risco à subjetivação. Dentre diversos temas, será discutido sobre racismo. Vem conosco nesta jornada de conhecimento?

Para mais informações sobre a Jornada Bienal:
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Você conhece os benefícios da psicoterapia? Se não, se liga nesse post!

É muito importante que as pessoas busquem ajuda, se você conhece alguém que precise, indique procurar ajuda psicológica.

Compartilhe estas informações com os amigxs.

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Estas foram as perguntas recebidas na caixa de perguntas da L.E.R do dia 27 de agosto sobre a temática do suicídio.
Obrigado a todos(as) que participaram, esperamos ter esclarecido suas dúvidas!

Discutir sobre o suicídio, e entender os fatores que levam a ele são as principais formas de evitá-lo.
Compartilhe estas informações com amigxs!
Confira a página de prevenção de suicídio CAPS “Alguns fatores de risco para o suicídio”.
Atualmente, em nosso país, a temática do suicídio vem ganhando mais visibilidade. Todavia, os índices de tentativas e óbitos ainda crescem, explicitando a necessidade de ampliarmos ainda mais o debate e o conhecimento qualificado sobre a temática.

Neste sentido, este evento organizado pela L.E.R. propõe abordar a importância da atuação da psicóloga e do psicólogo no manejo, prevenção e posvenção do suicídio. Ainda, visa proporcionar um espaço de discussão por meio dos conhecimentos técnicos e experiências das palestrantes convidadas com profissionais e estudantes da psicologia sobre as maneiras mais adequadas para aplicação de tais intervenções.

Para mais informações: secretaria@sprgs.org.br ou WhatsApp (51) 99527-3920.
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Neste trimestre a L.E.R. se dedica a estudar a temática do suicídio.

Sendo um grupo formado por psicólogos(as) e estudantes de psicologia, consideramos extremamente necessário tal discussão. Tendo possibilidade de explorar para conhecer e colaborar na prevenção, manejo e posvenção do suicídio em nossa prática profissional.

Fique ligado(a) nos próximos posts da liga, e venha conosco neste próximo trimestre de estudos.
A Liga de Estudantes e Recém-formados da boas-vindas aos novos integrantes Denise, Fernanda, Luana, Roni, Stéphanie, Suelem e Vera.

Cada membro da L.E.R. atua em alguma comissão e contribui para o grupo de forma única e singular.

É dada a largada para mais um semestre de muitos estudos, novas memórias e amizades únicas.
Que seja o começo de um longo caminho repleto de experiências e valiosas aprendizagens.
Apresentamos o time completo para o semestre que se inicia:
  • Caroline Cassal Rodrigues: Estudante de Psicologia do 10º semestre na Instituição de Ensino Cesuca e Coordenadora da Comissão de Produção Científica;
  • Denise Heidi Süss: Psicóloga graduada pela UNISINOS, e Integrante da Comissão Administrativa;
  • Fernanda Maciel de Quadros: Estudante de Psicologia do 10º semestre na PUCRS, e Integrante da Comissão Administrativa;
  • Giulia Drebes: Estudante de Psicologia do 8º semestre na PUCRS, e Coordenadora da Comissão de Comunicação;
  • Luana Gonçalves Geraldo: Estudante de Psicologia do 7º semestre na PUCRS, e Integrante da Comissão de Produção Científica;
  • Mercedes Strider: Psicóloga graduada pela ULBRA/Guaíba e Coordenadora da Comissão de Extensão;
  • Tiago Ribeiro: Psicólogo graduada pela ULBRA/Guaíba e Coordenador Geral da L.E.R;
  • Renata Fedrizzi: Psicóloga graduada pela PUCRS e Coordenadora Geral da L.E.R;
  • Roni Vian da Silva Lhul: Estudante de Psicologia do 8º semestre na FADERGS, e Integrante da Comissão de Extensão;
  • Stéphanie da Selva Guimarães: Estudante de Psicologia do 10º semestre na PUCRS, e Coordenadora da Comissão Administrativa;
  • Suelem Brixner: Estudante de Psicologia do 7º semestre na IMED, e Integrante da Comissão de Comunicação;
  • Vera Maria Guilherme: Estudante de Psicologia do 7º semestre na IMED, e Integrante da Comissão de Produção Científica.
É com muita alegria que a Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS inicia um novo semestre, com muitos estudos e produções.

Nesta terça-feira, 3 de agosto, aconteceu a reunião de recepção dos novos ligantes e estagiárixs.

Sejam bem-vindxs Fernanda, Stéphanie, Denise, Roni, Suelem, Luana e Vera.
O evento realizado no dia 30 de junho foi oriundo de uma série de discussões e trocas nas reuniões semanais da L.E.R. (Liga de estudantes e recém-formados). A partir disso, no evento, criamos um espaço de discussão sobre a temática da transexualidade através de relatos de experiência sobre quais são e como funcionam os serviços de acolhimento para a população transexual, de modo que conseguimos abordar este assunto de grande importância, mas que infelizmente ainda é um tema de grande tabu na sociedade brasileira.

Prorrogação das inscrições até dia 9 de julho.
Fique atento(a) ao prazo de inscrição e as orientações:
  • Inscrições até 09.07.21 pelo e-mail secretaria@sprgs.org.br.
  • Não é necessário ser sócio para participar da seleção, mas se for selecionado(a) é necessário ingressar na categoria sócio estudante (estudantes de graduação) ou sócio aspirante (recém-formados).
  • Disponibilidade para participar das reuniões semanalmente (terças-feiras 16:30h até 18h) e dos eventos organizados pela L.E.R. (on-line).
Venha fazer parte para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes a Psicologia!
Não perca essa oportunidade!
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A L.E.R é subdividida em quatro comissões, cada qual com suas respectivas atribuições: comissão de comunicação, comissão de extensão, comissão científica e comissão administrativa.

As reuniões são semanais às terças-feiras das 16h30 às 18h, na modalidade on-line. Esse momento é utilizado para estudar sobre a temática escolhida pelo grupo, discutir sobre as pautas administrativas e produções científicas da L.E.R. A temática gira em torno da proposta de evento que a Liga organiza trimestralmente.

Estamos com vagas abertas, aproveite e junte-se a nós!
Inscrições abertas para a Liga de estudantes e recém-formados da SPRGS para ingresso em 2021/2.
Fique atento(a) ao prazo de inscrição e as orientações abaixo:
  • Inscrições até 25.06.2021 pelo e-mail secretaria@sprgs.org.br.
  • Não é necessário ser sócio para participar da seleção, mas se for selecionado(a) é necessário ingressar na categoria sócio estudante (estudantes de graduação) ou sócio aspirante (recém-formados).
  • Disponibilidade para participar das reuniões semanalmente (terças-feiras 16:30h até 18h) e dos eventos organizados pela L.E.R. (on-line).
Venha fazer parte para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes a Psicologia!
Não perca essa oportunidade
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Saiba mais sobre locais de atendimento para pessoas LGBTQIA+ disponíveis em Porto Alegre no site:

Compartilhe com quem este conteúdo pode ser útil.
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Durante muito tempo as pessoas LGBTQIA+ tiveram suas vivências sub-representadas nas TVs e nos cinemas.

Atualmente, há cada vez mais filmes que contemplam a temática contemplando formas diversas de ser e se relacionar.

Pensando nisso, nós da Liga separamos algumas indicações de filmes, documentários, desenhos e séries que reúnam parte dessa diversidade.
Infelizmente aqui no Brasil ainda não possui uma lei específica para isso, mas em 13 de junho de 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero passe a ser considerada como crime no Brasil, o que já é um grande avanço em termos de proteção para essa população.

Desta forma, os ministros determinaram que a conduta de discriminação passe a ser punida através da Lei de Racismo (7716/89), que hoje prevê crimes de discriminação ou preconceito.

Quer saber mais sobre a decisão do STF?
Confira abaixo.
Conforme a decisão do STF:
  • "Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime;
  • A pena será de um a três anos, além de multa;
  • Se houver divulgação ampla de ato homofóbico em meios de comunicação, como publicação em rede social, a pena será de dois a cinco anos, além de multa;
  • A aplicação da pena de racismo valerá até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema.
Neste sentido, o Brasil ainda tem muito a evoluir no reconhecimento legal dos direitos LGBTQIA+, mas alguns passos já foram dados.
Referência: Lucas Salomão (2019) G1. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/06/13/com-decisao-do-stf-brasil-se-torna-43o-pais-a-criminalizar-homofobia-diz-relatorio.ghtml?fbclid=IwAR214lBahsJ3mYvEOwDOq6E9QA3u9axlwdSdvs7wouwkioszfHhFW_73dWw
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Em nossa sociedade existe diversos tipos de discriminação que são manifestadas diretamente, ou há quem não se dá conta de seu preconceito velado, escondido, mas que continua ali, implícito nos comentários sobre a cor da pele, na visão estereotipada de uma sexualidade diferente, a intolerância em relação às diferenças de cultura, religião e classe social.

E você, já ouviu alguma destas ou outras expressões? Se se sentir à vontade, compartilha conosco!
Referência: Silva, Ariana Kelly Leandra Silva da (2013). Diversidade sexual e de gênero: a construção do sujeito social. Revista do NUFEN, 5(1), 12-25. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912013000100003&lng=pt&tlng=pt&fbclid=IwAR3U5VCBeM4JgkiFyx833a0hK7Nl-Zwe1qz6GgXgTNE1dxglbk6EeSqrdxw
A violênca de gênero se define como qualquer tipo de agressão física, psicológica, sexual ou simbólica contra alguém ou um grupo de pessoas em razão da identidade de gênero ou orientação sexual.

De acordo com a estimativa global publicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 2017, uma em cada três mulheres em todo o mundo, especificamente 35%, já foram vítimas de violência física ou sexual durante a vida.
Dessa forma, constata-se que as mais atingidas por essa coerção são as pessoas do sexo feminino. Contudo, vale lembrar que homens e minorias sexais e de gênero também podem ser alvos dessas agressões.

Quer saber mais?
Confira abaixo:
  • Quando falamos em igualdade de gênero, pensamos a respeito das diferenças e em uma sociedade livre de preconceito e discriminação. Tal objetivo está na lista dos 17 objetivos da Agenda de 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual o Brasil é signatário.
  • No entanto, o nosso país ocupa o 5° lugar no ranking de homicídio de mulheres, sendo que, no ano de 2020, mais de 105 mil denúncias de violência contra a mulher foram registradas nas plataformas do Ligue 180 e do Disque 100.
  • Em relação à violência contra a população LGBT, Pinto (2020) verificou um aumento progressivo no número de notificações. Entre 2015 a 2017, foram registradas, em média, mais de 22 notificações de violências interpessoais e autoprovocadas por dia, o que significa quase uma notificação a cada hora para pessoa LGBT no Brasil. Destaca-se que os maiores números de notificações foram verificados entre as lésbicas e mulheres transexuais. Esse dado reforça o fato de que, quando as expressões de sexualidade e de gênero rompem com a normativa da sociedade, esse estranhamento pode se manifestar de maneira violenta.
  • Este tipo de violência afeta a dignidade e o bem-estar das vítimas e de toda sociedade. Por isto, temos o compromisso de enfrentar esta realidade para garantir que todos tenham seus direitos preservados.
  • Você já se perguntou como acolher alguém em situação de violência? O vínculo afetivo, atitude acolhedora, empatia e o não julgamento possibilitam que as pessoas falem sobre as situações de violência vivenciadas, seus temores e inseguranças. Deve-se ter o cuidado para que a abordagem do assunto não cause mais sofrimento e seja um incentivo à busca de ajuda profissional nas redes de apoio social e psicológico.
A mais conhecida e até mesmo utilizada é a sigla LGBT, que representa a união das minorias sociais por questões de gênero e sexualidade.
As siglas mudaram algumas vezes nas últimas décadas, sendo algumas das variações: GLS, GLBT, LGBTTT, LGBTI+.

Quer saber mais?
Confira as definições abaixo:
  • L – Lésbica: mulher que é atraída afetiva e/ou sexualmente exclusivamente por mulheres;
  • G – Gay: homem que é que atraído afetiva e/ou sexualmente exclusivamente por homens;
  • B – Bissexual: pessoa que é atraída afetiva e/ou sexualmente tanto por homens quanto por mulheres;
  • T – Transgênero: diferentemente das letras anteriores, o T não se refere a uma orientação sexual, mas a identidades de gênero. Também chamadas de “pessoas trans”, elas podem ser transgênero binário (homem ou mulher), travesti (identidade feminina) ou pessoa não-binária, que se compreende além da divisão "homem e mulher";
  • Q – Queer: termo abrangente que se refere a pessoas que não são exclusivamente heterossexuais e cisgêneros. O termo Queer também é utilizado para descrever identidades e expressões de gênero que vão além dos binarismos “homem e mulher”, “homossexual e heterossexual”;
  • I – Interssexual: pessoa que nasce com anatomia reprodutiva ou sexual, ou ainda com um padrão de cromossomos, pode ser classificado(a) como genitália ambígua:
  • A – Assexual: pessoa que pode ou não ser atraída sexualmente ou afetivamente por alguém;
  • P – Pansexual: pessoa que é atraída afetiva e/ou sexualmente por outras pessoas independentemente do gênero;
  • +  – O símbolo de “mais” no final da sigla aparece sempre para incluir outras identidades de gênero e orientações sexuais.
Além dessas letras, que são as mais comuns, atualmente, há algumas correntes que indicam para uma sigla completa ser:  LGBTQQICAAPF2K+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Questionando, Intersexuais, Curioso, Assexuais, Aliados, Pansexuais, Polissexuais, Familiares, 2-espíritos e Kink).
A concepção atual de gênero foi influenciada pelos movimentos feministas dos anos 70.
Esta foi criada na tentativa de diferenciar a dimensão social, sendo a primeira relacionada a características físicas, como a distinção entre machos e fêmeas e a segunda relatando como a maneira de se homem e ser mulher foi influenciada e idealizada pela cultura, sendo então um produto da realidade social e não da anatomia como se acreditava.
A Psicologia enquanto ciência e profissão precisa estar atenta aos debates da atualidade, pautando sempre o seu exercício profissional de forma ética e em consonância com os Direitos Humanos. Portanto, enquanto estudantes e profissionais da Psicologia, se faz necessário que estejamos em constante aprimoramento de nossos saberes a fim de que possamos ofertar uma escuta e olhar mais qualificado e empático sob os sujeitos.
Sendo assim, convidamos todos e todas à refletirem e aprofundarem seus saberes nesta temática tão importante e atual. Abaixo, deixamos uma recomendação de leitura, utilizada como referência para a produção deste conteúdo.
  • Ficou com interesse em saber mais? Em breve a Liga de Estudantes e Recém-formados da SPRGS estará divulgando um evento gratuito para discutirmos sobre Diversidade de Gênero. Nos acompanhe para não ficar de fora!
Referência: APROPRIAÇÃO cultural da diferença sexual, in: Barreto, Andreia; Araújo, Leila; Pereira, Maria Elisabete (Orgs). Gênero e Diversidade na Escola Disponivel em: https://www.unifaccamp.edu.br/.../let.../arquivo/pdf/gde.pdf
Convidamos você a refletir e a entender melhor sobre alguns conceitos sobre gênero e sexualidade!
  • Expressão de gênero. Se trata da maneira como a pessoa expressa seu gênero de identificação, como se enxerga no mundo e a forma como interage em sociedade. Não só, mas engloba vestimentas, aparência, comportamentos, linguagem corporal, etc. Alguns deles são: Masculino; Feminino; Andrógina.
  • Identidade de gênero. Diz respeito a como o indivíduo se sente e se identifica em relação a seu próprio gênero, é um sentimento e um sentido profundo sobre si mesmo. Alguns deles são: Cisgênero; Transgênero; Não-binário binário (abarca várias identidades diferentes dentro de si); Agênero.
  • Sexo designado. Combinação de caracterìsticas orgânicas de uma pessoa, cromossomos, gametas, hormônios e genitais que diz respeito somente à aspectos fisiológicos designados no nascimento. São eles: fêmea/macho/intersexual.
  • Orientação afetiva e sexual. Se refere a capacidade de cada pessoa de ter atração afetiva, emocional ou sexual por indivíduos de gêneros diferentes, do mesmo gênero, por mais de um gênero, ou também não se interessar por nenhum. São amplas as diversidades sexuais. Alguns deles são: Heterossexual; Homossexual; Bissexual; Assexual; Pansexual; Androsexual; Demissexual.
Nas próximas semanas, a Liga de Estudantes e Recém-formados da SPRGS estará trazendo novos posts sobre esta temática tão IMPORTANTE! Fiquem ligados! Respeitar a diversidade é defender o direito a diferença.
O evento realizado no dia 31 de março foi oriundo de uma série de discussões e trocas originadas nas reuniões semanais da L.E.R. (Liga de estudantes e recém-formados). A partir disso, identificamos a necessidade de falar sobre a ética e principalmente seus desafios e dilemas na atualidade, tendo em vista o cenário pandêmico que nos assola a mais de um ano.

O CFP expede no formato de resoluções uma ou mais orientações para que haja o cumprimento das leis em vigor e das que venham a modificar as atribuições e competências dos profissionais de Psicologia.

Atualmente existem diversas resoluções sobre diversas áreas e atribuições, e cabe ressaltar que elas não são permanentes, pois caso seja necessário elas podem ser atualizadas, revogadas e/ou substituídas.

Como preparação para o nosso evento de 31/03, intitulado como Ética e Psicologia: dilemas e desafios na atualidade. Hoje, veremos as 03 resoluções indicadas como bibliografia do nosso evento e o que elas abordam.
São elas:
A Resolução CFP Nº 001/2009 - Dispõe sobre a obrigatoriedade do registro documental decorrente da prestação de serviços psicológicos.
Em resumo: Ela torna obrigatório o registro documental sobre a prestação de serviços psicológicos, sendo que este registro, documental em papel ou informatizado tem caráter sigiloso e constitui-se um conjunto de informações que tem por objetivo contemplar de forma sucinta o trabalho prestado, a descrição e a evolução da atividade e os procedimentos técnico-científicos adotados.
A Resolução CFP Nº 011/2018 - Regulamenta a prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologias da informação e da comunicação e revoga a Resolução CFP N.º 11/2012.
Em resumo: Ficaram autorizadas a prestação dos seguintes serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos da informação e comunicação, desde que não firam as disposições do Código de Ética Profissional da psicóloga e do psicólogo, além de diversos itens elencados no decorres desta Resolução.
A Resolução CFP Nº 006/2019 - Institui regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) no exercício profissional e revoga a Resolução CFP nº 15/1996, a Resolução CFP nº 07/2003 e a Resolução CFP nº 04 /2019.
Em resumo: A presente Resolução tem como objetivos orientar a(o) psicóloga(o) na elaboração de documentos escritos produzidos no exercício da sua profissão e fornecer os subsídios éticos e técnicos necessários para a produção qualificada da comunicação escrita.
Quer conhecer ou saber sobre mais resoluções? Acesse o link: https://atosoficiais.com.br/cfp
     Referências: CFP – Conselho Federal de Psicologia, 2021
Você sabe o que é o Código de Ética em psicologia e qual é a finalidade deste código?

O código de ética é um acordo que estabelece os direitos e deveres relativos à categoria de atuação do profissional, neste caso do psicólogo.
A missão do código de ética não é a normatização técnica do trabalho do psicólgo e, sim, assegurar, um padrão de conduta com valores e práticas adequadas.

Para mais informações nos acompanhem nas próximas semanas, pois estaremos trazendo novos posts sobre o tema, aproveitando para relembrar que no dia 31 de março vai estar ocorrendo o evento “Ética e Psicologia: dilemas e desafios na atualidade” que a Liga de Estudantes e Recém-formados da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul está organizando.
     Fontes: http://www.crpsp.org.br/
A Liga dos Estudantes e Recém-formados da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, apresenta através do “Se Liga”, informações sobre o que acontece e é produzido pela L.E.R.

Fique ligad@!
A comissão de comunicação, tem como objetivo, criar estratégias de interlocução dos conhecimentos produzidos pela L.E.R com a comunidade externa.
A comissão de extensão, tem em vista, desenvolver materiais que estejam alinhados aos interesses dos ligantes, e em consonância aos interesses da comunidade em geral, juntamente com a comissão científica, estimular o campo da pesquisa, da L.E.R, incentivando e desenvolvendo habilidades para o âmbito profissional.
Por fim, a comissão administrativa, é responsável pela organização da agenda de eventos e rotinas administrativas da liga.
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